Biodegradável refere-se à capacidade dos materiais de se decompor completamente e retornar em curto espaço de tempo à natureza após seu descarte.

O mundo e os Governos clamam por substituição das embalagens recicláveis não biodegradáveis por sua alta toxidade, inércia química, riscos de fabricação e a hoje limitada oferta de recursos naturais que foram devastados. Compostas à base de petróleo, bem finito, liberam gases nocivos na atmosfera e são tóxicos para solo, água e vida selvagem. Basta observar os oceanos e rios do planeta. O cânhamo feito a partir de sua polpa pode ser misturado à outras plantas, resinas e atender setores como a fabricação de automóveis, barcos, instrumentos musicais, etc.

Os produtos feitos a partir do cânhamo por seu baixo impacto ambiental, reciclabilidade, disponibilidade e biodegradabilidade ganham adeptos a cada dia.

Os produtos disponíveis no mercado têm apenas 30% de materiais vegetais, o restante são sintéticos como a PET. O Brasil tem que acelerar o passo e ter disponibilidade do produto para seu mercado interno e para oferecê-lo ao mundo.

Muitas empresas estão investindo pesadamente na substituição desses produtos e a procura da população por eles, mesmo pagando mais, trouxe impulso a este mercado. Informa o relatório da Mordor Inteligence que o tamanho do mercado global de plástico biodegradável foi estimado em U$ 3,27 bilhões em 2019 e deve crescer a um CAGR de 9,45 até 2026 complementado pelas embalagens biodegradáveis na agricultura.

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